E EM TEMPOS DE COPA DO MUNDO... UMA MENSAGEM DE SARAMAGO AINDA...RSRS
Não tenha pressa, mas não perca tempo...
José Saramago
É BRASIL... A ARGENTINA TAI NAKOLAAAA!!!! VAMO NHEXA BRASIL!!!!
E AINDA:
O que as vitórias têm de mau é que não são definitivas. O que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas.
José Saramago
RSRS E...
terça-feira, 22 de junho de 2010
desabafo/saramago
SE PUDERES OLHAR, VÊ. SE PODES VER, REPARA.
Retrato do desmoronar completo da sociedade causado pela cegueira que aos poucos assola o mundo, reduzindo-o ao obscurantismo de meros seres extasiados na busca incessante pelo poder. Crítica pura às facetas básicas da natureza humana encarada como uma crise epidémica. Mais do que olhar, importa reparar no outro. Só dessa forma o homem se humaniza novamente. Caso contrário, continuará uma máquina insensível que observa passivamente o desabar de tudo à sua volta.
José Saramago
Jaz eterno SARAMAGO!!!
É SARAMAGO se foi... mas sempre será eterno... Essa é razão primeira de palavras bem proferidas...eternizam-se e eternizam seus autores... e Saramago dispensa defesas... ELE TORNOU-SE ETERNO E INFINITO!!!!
Aqui posto um detalhe de suas inscrições q amo:
José Saramago
Aqui posto um detalhe de suas inscrições q amo:
"Sorriso, diz-me aqui o dicionário, é o acto de sorrir. E sorrir é rir sem fazer ruído e executando contracção muscular da boca e dos olhos.
O sorriso, meus amigos, é muito mais do que estas pobres definições, e eu pasmo ao imaginar o autor do dicionário no acto de escrever o seu verbete, assim a frio, como se nunca tivesse sorrido na vida. Por aqui se vê até que ponto o que as pessoas fazem pode diferir do que dizem. Caio em completo devaneio e ponho-me a sonhar um dicionário que desse precisamente, exactamente, o sentido das palavras e transformasse em fio-de-prumo a rede em que, na prática de todos os dias, elas nos envolvem.
Não há dois sorrisos iguais. Temos o sorriso de troça, o sorriso superior e o seu contrário humilde, o de ternura, o de cepticismo, o amargo e o irónico, o sorriso de esperança, o de condescendência, o deslumbrado, o de embaraço, e (por que não?) o de quem morre. E há muitos mais. Mas nenhum deles é o Sorriso.
O Sorriso (este, com maiúsculas) vem sempre de longe. É a manifestação de uma sabedoria profunda, não tem nada que ver com as contracções musculares e não cabe numa definição de dicionário. Principia por um leve mover de rosto, às vezes hesitante, por um frémito interior que nasce nas mais secretas camadas do ser. Se move músculos é porque não tem outra maneira de exprimir-se. Mas não terá? Não conhecemos nós sorrisos que são rápidos clarões, como esse brilho súbito e inexplicável que soltam os peixes nas águas fundas? Quando a luz do sol passa sobre os campos ao sabor do vento e da nuvem, que foi que na terra se moveu? E contudo era um sorriso".
sábado, 29 de maio de 2010
FALSA-FELICIDADE...OU NÃO??!!!rsrs
Tem muita gente que se distrai e é feliz pra sempre,
Sem conhecer as delícias de ser feliz por uns meses,
Depois infeliz por uns dias,
Felicíssimos por uns instantes,
Em outros instantes achar que ficou maluco...
Preparação
PREPARAÇAO
Dê-me, oh, mundo!
Suas porções.
Os coloridos em minha vida.
Para que eu possa perceber,
Dos gostos, os sabores.
E apure o meu paladar.
Dê-me: cenas diárias.
As dramaturgias.
Jeitos, gestos e movimentos.
Dê-me o conhecimento.
Olhos além da visão comum.
Sem prejulgar.
Dê-me: os sons inaudíveis.
As serenatas dos cosmos.
Choros e risos.
O coro dos anjos.
E seus improvisos.
Orações sem subordinação.
Dê-me, mundo, sensações.
Noções de sentido.
Para compreender o próximo.
Mostre-me o fogo e o gelo.
Modos de sobrevivência.
E sobre a vivência.
Dê-me: perfumes ocasionais.
Essências e experiências.
Que o invisível nos sustenta.
E que sejamos essenciais.
Como nossas impressões.
E expressarmos-nos.
Dê-me: os toques precisos.
Os retoques que preciso.
E as energias das mãos.
Mostre-me os moldes.
As fôrmas e formas.
Forme-me.
E não me peça nada.
Mas não se preocupe, Não sou ingrato!
(Eder Quirino)
Dê-me, oh, mundo!
Suas porções.
Os coloridos em minha vida.
Para que eu possa perceber,
Dos gostos, os sabores.
E apure o meu paladar.
Dê-me: cenas diárias.
As dramaturgias.
Jeitos, gestos e movimentos.
Dê-me o conhecimento.
Olhos além da visão comum.
Sem prejulgar.
Dê-me: os sons inaudíveis.
As serenatas dos cosmos.
Choros e risos.
O coro dos anjos.
E seus improvisos.
Orações sem subordinação.
Dê-me, mundo, sensações.
Noções de sentido.
Para compreender o próximo.
Mostre-me o fogo e o gelo.
Modos de sobrevivência.
E sobre a vivência.
Dê-me: perfumes ocasionais.
Essências e experiências.
Que o invisível nos sustenta.
E que sejamos essenciais.
Como nossas impressões.
E expressarmos-nos.
Dê-me: os toques precisos.
Os retoques que preciso.
E as energias das mãos.
Mostre-me os moldes.
As fôrmas e formas.
Forme-me.
E não me peça nada.
Mas não se preocupe, Não sou ingrato!
(Eder Quirino)
Honradíssima!!!!
Paráfrase
Este poema começa por te comparar
com as constelações,
com os seus nomes mágicos
e desenhos precisos,
e depois
um jogo de palavras indica
que sem ti a astronomia
é uma ciência
infeliz.
Em seguida, duas metáforas
introduzem o tema da luz
e dos contrastes
petrarquistas que existem
na mulher amada,
no refúgio triste da imaginação.
A segunda estrofe sugere
que a diversidade de seres vivos
prova a existência
de Deus
e a tua, ao mesmo tempo
que toma um por um
os atributos
que participam da tua natureza
e do espaço criador
do teu silêncio.
Uma hipérbole, finalmente,
diz que me fazes muita falta.
Pedro Mexia
Poema magnífico recebido por um amigo, agora perdido na web... mas q me deixou honradíssima em recebÊ-lo!!!Thanks André!!!
Este poema começa por te comparar
com as constelações,
com os seus nomes mágicos
e desenhos precisos,
e depois
um jogo de palavras indica
que sem ti a astronomia
é uma ciência
infeliz.
Em seguida, duas metáforas
introduzem o tema da luz
e dos contrastes
petrarquistas que existem
na mulher amada,
no refúgio triste da imaginação.
A segunda estrofe sugere
que a diversidade de seres vivos
prova a existência
de Deus
e a tua, ao mesmo tempo
que toma um por um
os atributos
que participam da tua natureza
e do espaço criador
do teu silêncio.
Uma hipérbole, finalmente,
diz que me fazes muita falta.
Pedro Mexia
Poema magnífico recebido por um amigo, agora perdido na web... mas q me deixou honradíssima em recebÊ-lo!!!Thanks André!!!
terça-feira, 25 de maio de 2010
Conheço Poemas...
Conheço e tenho conhecido situações...
e...
Pessoas que comporiam poemas trágicos, porém nada inéditos...
Afinal num mundo da diversidade...se analisarmos bem até a diversidade possui seus pontos em comum... até mesmo a genialidade , possui seus tropeços!!!rsrs
Parece loucura... mas o racional também pode ser muito perturbador
Como percebem , se analisarmos de verdade e a fundo...sem preconceitos...tudo na vida é realmente relativo e ao mesmo tempo tem toques e nuances de cinza , metódico e meio que marásmico(se é q essa palavra existe!!! e se não existe acabei de inventar...e viva o senso criativo!!!rsrs e divertido!!!)
Bom, porém da mesma forma que existem pessoas - poemas terríveis e rimados...existem aquelas magnificas e sustentavelmente leves e sensíveis, inteligentes e livres...esses nos fazem viajar e ver que o mundo vale a pena ser vivido!
Valem a pena , lê-los, vê-los após obstáculos e pedras postas no caminho por algum Drummond ou encontradas por ele e jogadas em caminho alheio...rsrs
Poemas -Gente de verdade !Ah! Esses nos divertem e nos fazem viajar e levar o mundo mais ameno e esperar com raízes mais profundas as próximas rajadas de ventos-invejosos e insanos...Ventos que pensam ser livres , porém ainda não libertaram-se pra viajem da vida ...que é a verdadeira curtição... dar sem receber e receber por valor...
Pedras... é existem preciosas e Papai do céu lá em cima jogou várias em meu caminho, amém!!!!
Um poema desabafo e libertário!! Pra mim ao menos!!!rsrs
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